Um estudo recente revela que o software open source pode sair mais caro para ONGs do que soluções comerciais.
A ausência de licenças não significa custo zero. O Custo Total de Propriedade (TCO) é o fator-chave.
Implementação, customização, suporte técnico e treinamento geram gastos extras e inesperados para as ONGs.
Recursos preciosos, que deveriam ir para a missão social, são desviados para despesas de TI.
ONGs devem analisar o TCO completo, não apenas o custo inicial, ao escolher suas ferramentas digitais.
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