A China está à frente na IA que interage com o mundo físico, através de laboratórios gigantescos e investimento maciço.
É a IA integrada em robôs e dispositivos que atuam no ambiente real, aprendendo e adaptando-se além do software.
Europa precisa de mais investimento, estratégia unificada e coragem para não ficar para trás na corrida tecnológica global.
A liderança chinesa em IA redefine indústrias e a geopolítica da tecnologia, exigindo uma resposta estratégica mundial.
Brasil deve aprender e investir em IA, com foco em agronegócio e indústria, para entrar na nova era de automação inteligente.
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